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Fachada do Studio SP na Rua Augusta
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O projeto visual é também uma forma de homenagear a arte urbana da cidade, representada na casa por nomes como GG Learte (autor da nova logo e da fachada, bem como de artes internas), Zé Carratu (responsável pelo desenho do palco), Francio de Holanda, Jey, Mathiza, MuxiMuxi, Rodrigo Chã, AltoContraste, Ygor Marotta e Verena Smit.

A identidade visual dos materiais de comunicação e da fachada do Studio SP foi desenvolvida pelo Studio Cama, do designer Felipe Cama.
 

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Studio SP

Poucos espaços destinados a shows e artes no país foram tão emblemáticos como o Studio SP. Agora, oito anos depois do encerramento das atividades, a casa paulistana retorna com foco no momento de retomada cultural da cidade. 

A iniciativa temporária e prevista para acontecer até dezembro de 2022 é fruto da parceria entre o fundador do Studio SP, Alê Youssef, e a cerveja Heineken®.

 

Também participam do projeto, como sócios, o empresário e presidente do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, Alê Natacci, e como sócio minoritário Ronaldo Lemos, apresentador do programa Expresso Futuro e ex-curador do Tim Festival. O Studio SP será no mesmo imóvel que ocupava na Rua Augusta, 591.
 

A parceria com a Heineken® é mais um passo na plataforma da marca chamada Green Your City, que visa garantir que espaços sociais urbanos se mantenham como ambiente de convívio, difusão de vozes diversas e reflexões a respeito do futuro das cidades.

O Mercado Bitcoin é outro apoiador da casa. O espaço do Studio SP voltado para a inovação, democracia e mistura de novas ideias traz uma conexão com o cenário da nova economia digital. A parceria com o Mercado Bitcoin, fortalece esses ecossistemas e traz protagonismo para a retomada do incentivo à cultura.

A reabertura será temporária, com programação até dezembro de 2022. 
 

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Todas as paredes da casa são cobertas de lambe-lambe, formando uma verdadeira galeria de arte urbana no coração do Baixo Augusta. 

“A ideia foi recuperar a identidade que já existia no Studio SP desde a sua criação e utilizar o pixo como uma ponte entre aquele passado não tão distante e o presente”, explica Alê Youssef, gestor cultural e um dos sócios da casa. “Essa presença marcante comprova, mais uma vez, para os incrédulos e conservadores, a força artística inequívoca da pixação na cidade de São Paulo”.
 

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O projeto gratuito Cedo e Sentado – voltado à formação de público para novas bandas e democratização do acesso à música – retoma na nova fase do Studio SP com a mesma proposta de sempre e atento às novidades da canção brasileira.

Com o projeto, o Studio SP ajudou a consolidar entre 2005 e 2013 uma plataforma de lançamentos de novos artistas e a base de uma micro economia criativa – a partir do tripé casa / artista / público – que por muito tempo se mostrou auto sustentável para os músicos residentes e para a casa. A formação de público e a renovação da canção são pilares da cultura, e para o projeto funcionar na sua plenitude, o bom senso, a parceria e a compreensão de toda essa cadeia são fundamentais. Não é a casa que faz a cena, mas a cena que faz a casa, e o Studio SP tem muita gratidão por ter sido escolhido no passado e agora. O sistema do Cedo e Sentado é sem dúvida um dos pilares da nossa força. 

Entre os artistas que tocaram no projeto na primeira fase, no início de suas carreiras, estão Tiê, Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci, Karina Buhr, Kiko Dinucci, Rômulo Froes, Mallu Magalhães, Thiago Pethit, Bruna Caram, Bárbara Eugênia, Miranda Kassin, Macaco Bong, Alzira E, Thalma de Freitas, Nô Stoppa, Iara Rennó, entre muitos outros.

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Artes

Projetos

Fotos: Francio de Holanda